A diferença entre vestir marcas de luxo e ter uma presença executiva real

Descubra por que roupas de grife não salvam líderes sem postura e como a falta de estratégia visual sabota a sua autoridade

ECON News

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15 de março de 2026
A diferença entre vestir marcas de luxo e ter uma presença executiva real

No alto escalão corporativo, o acesso a marcas de luxo e roupas de alta qualidade é comum. No entanto, Suellen Sartorato, especialista em posicionamento que atende clientes de alto padrão, é categórica ao afirmar que poder aquisitivo não compra presença. Existe um abismo entre ter uma "imagem boa" e ostentar uma "imagem estratégica".

A consultora esclarece a diferença de forma direta. "Quando a gente fala de imagem boa é aquela que agrada o olho. É uma roupa bonita. Agora uma imagem estratégica ela não é ignorada". Sartorato observa que muitos líderes possuem facilidade de compra e vestem peças sofisticadas, mas falham em transmitir a segurança e a credibilidade necessárias para suas posições porque lhes falta propósito visual.

A imagem estratégica transcende o tecido e engloba a linguagem corporal e o comportamento do líder. "É uma pessoa que tem consistência, ela vai trazer valor em todos os detalhes, até na postura, que também é muito importante, porque às vezes a gente acha que imagem é só o que eu visto". A forma como o profissional senta, gesticula e se movimenta precisa estar em perfeita harmonia com o que ele veste.

Em suma, enquanto roupas bonitas apenas evitam julgamentos negativos, um posicionamento construído de forma intencional atua como uma ferramenta ativa de negócios. "A imagem que trabalha em favor dessa pessoa vai trabalhar em todas as frestas dela, desde o negócio, a liderança, a influência dela, a reputação. Imagem boa pode até te deixar bonitinho, mas uma imagem estratégica eleva você".