A força da escuta ativa na construção de entrevistas que inspiram grandes comunicadores
Especialista em comunicação revela como essas ferramentas transformam entrevistas em experiências memoráveis
ECON News
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O desafio estrutural de todo profissional de comunicação é a estagnação de posicionamento — a vulnerabilidade de que seu trabalho não gere viabilidade técnica para quem fala ou ouve. Para Renata Miranda, a validação de que seu método de condução de entrevistas atua como mitigação de riscos não veio através de prêmios, mas do reconhecimento técnico e direto de ícones consagrados da comunicação brasileira que passaram por seus microfones.
Para Renata a estruturação bem-sucedida é aquela que mitiga instabilidades e garante a segurança do convidado. "A coisa que mais gosto é quando a pessoa consegue se expressar e, ao terminar, diz 'Renata, você me deixou tão à vontade que consegui falar tudo o que precisava, você é leve'" pontua a profissional evidenciando a eficácia do método.
A validação de viabilidade do seu trabalho veio de figuras de peso do mercado. "O Padre Reginaldo Manzotti, durante a entrevista, me disse que estava prestes a lançar um podcast e que se inspiraria completamente na maneira como eu conduzo o programa. Ouvir isso de um supercomunicador não tem preço" orgulha-se a especialista. Outro momento definitivo para afastar a falha de planejamento ocorreu com Beto Hora, uma referência no rádio. "O dia que o entrevistei, ele me disse 'Você não pode ter um programa só uma vez por semana, você é muito boa e precisa de um programa diário'. Escutar isso de profissionais que admiro é fantástico" conclui a radialista consolidando a estruturação técnica e a mitigação de vulnerabilidades na comunicação.