Como a falta de antecedência na imigração joga seus bens nas garras da bitributação

A pressa destrói fortunas. Entenda o risco de mudar para os EUA sem auditar empresas e blindar completamente seu patrimônio

ECON News

ECON News

Autor

16 de março de 2026
Como a falta de antecedência na imigração joga seus bens nas garras da bitributação

A pressa é a maior inimiga da eficiência fiscal. Para indivíduos com patrimônio estruturado que desejam transferir sua residência fiscal para os Estados Unidos, o relógio é um fator crítico. A contadora Carol Larson é taxativa ao recomendar um prazo mínimo de antecedência para iniciar os estudos de viabilidade tributária, visando evitar dores de cabeça após o desembarque.

A indicação da especialista é clara e inegociável. "O ideal é pelo menos um ano". Esse período estendido não é um exagero burocrático, mas uma necessidade técnica devido ao volume de informações que precisam ser auditadas. "A gente tem tempo de analisar detalhadamente toda parte fiscal, a parte de empresas no Brasil, a parte de bens, a parte sucessória que é muito importante".

Esse hiato de doze meses permite à equipe contábil não apenas diagnosticar a situação atual do patrimônio, mas executar reestruturações societárias e legais ainda em solo brasileiro. Dessa forma, garante-se que o cliente chegue aos Estados Unidos com a vida financeira blindada e devidamente ajustada às normas locais, mitigando integralmente os riscos severos atrelados à bitributação internacional.