Planejamento A Logística de Levar Inteligência Internacional até o Empresariado Nordestino
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Empresa centraliza obras e viabiliza pagamento em reais para brasileiros.
ECON News
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A aquisição de imóveis nos Estados Unidos por investidores brasileiros é uma prática consolidada, mas a manutenção e a modernização dessas propriedades frequentemente esbarram em um mercado de construção civil altamente fragmentado. Para solucionar o desgaste logístico de gerenciar múltiplas equipes em um país estrangeiro, surgiu a Homery. O modelo de negócios inovador atua como um hub centralizador de reformas na Flórida, blindando os proprietários contra o estresse operacional. A iniciativa nasceu da percepção prática das dores do consumidor. "A Homery começou de uma necessidade que a gente via nos nossos clientes. O processo de reforma de construção aqui na casa na Flórida é bastante segmentado, a pessoa que faz a piscina não é a mesma que faz o telhado", explica Eduardo Leite, fundador da empresa.
Historicamente, essa contratação pulverizada gerava um acúmulo de contratos paralelos, conflitos de agendas e graves problemas com as licenças municipais exigidas pelo governo americano. Ao unificar a gestão da obra, a empresa assume a responsabilidade integral pelo projeto, desde a triagem rigorosa de fornecedores até a entrega final. "Você consegue concentrar todos esses processos dentro de apenas uma empresa. A gente faz uma triagem com os prestadores de serviços pela qualidade e experiência no mercado americano. Com isso o cliente tem cabeça tranquila, a reforma ocorre dentro dos prazos e não precisa lembrar com coordenação de equipes ou conflito de agendas", detalha Eduardo.
A abrangência dos serviços oferecidos visa cobrir todas as demandas estruturais e estéticas de uma residência, do alicerce ao telhado. A execução de projetos completos, conhecidos no mercado americano como home improvements, engloba desde instalações complexas de painéis solares e piscinas até a remodelação de cozinhas, banheiros e áreas de lazer externas. Além de proporcionar maior conforto habitacional, essas atualizações representam um investimento estratégico direto no patrimônio. Segundo o especialista em mercado imobiliário Eduardo Leite, "a gente consegue fazer de A a Z dentro de uma residência e é sabido que as casas quando recebem esse tipo de reformas e upgrades valorizam de preço e são mais procuradas no caso de a pessoa for vender".
Apesar da vontade de modernizar os imóveis, a barreira do capital à vista costuma adiar os planos de muitos investidores. Nos Estados Unidos, o acesso aos empréstimos tradicionais depende da construção de um histórico financeiro sólido atrelado ao Social Security ou ITIN Number, um processo burocrático que pode levar anos para os recém-chegados. Para contornar essa limitação estrutural e viabilizar os projetos, a companhia estruturou um braço financeiro robusto. A empresa atua como representante de mais de dez bancos e instituições norte-americanas especializadas, oferecendo linhas de crédito com prazos altamente flexíveis que variam de 12 meses a 25 anos, adequando o valor das parcelas à realidade de cada família.
Veja essa conversa completa com Eduardo Leite: https://www.youtube.com/watch?v=EpnGTMpps8Q&t=35s
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