Mercado A Nova Era do Investidor Regional no Mercado Financeiro e Operacional Internacional
Empresários do Nordeste evoluem da compra passiva de imóveis para a estruturação de negócios globais nos EUA.
Especialista explica como prêmios, produção acadêmica e impacto profissional são decisivos para aprovações dos vistos EB1 e EB2
ECON News
Autor
Para o governo americano, não basta ser bom; é preciso provar ser extraordinário ou de interesse nacional. Gislene Leite, diretora de operações na Xplore Immigration Law Firm, detalha a matemática rigorosa por trás das aprovações dos vistos EB1 e EB2-NIW, onde o candidato deve preencher uma série de critérios objetivos que validem sua posição de destaque no mercado.
No caso do visto EB1, destinado a habilidades extraordinárias, a régua é alta. São dez critérios possíveis, dos quais o candidato deve cumprir pelo menos três. Gislene exemplifica com conquistas tangíveis: "Vamos pensar num atleta que ganhou um campeonato brasileiro ou internacional... ou a pessoa ter julgado o trabalho de outras pessoas na área dela, como banca em universidade".
Já para o EB2-NIW, a lógica combina qualificação técnica com benefício ao país. Além de provar formação acadêmica avançada ou habilidade excepcional, o aplicante enfrenta o desafio subjetivo de argumentar por que sua presença é vantajosa para os EUA. "Mesmo comprovando esses critérios, a pessoa deve mostrar que é de interesse nacional... que os Estados Unidos têm interesse naquele profissional".
Essa defesa técnica é o coração do trabalho da consultoria. Não se trata apenas de anexar diplomas, mas de construir uma argumentação jurídica que conecte a carreira do brasileiro às necessidades econômicas, culturais ou científicas dos Estados Unidos, transformando currículos em casos de interesse de Estado.
Mercado Empresários do Nordeste evoluem da compra passiva de imóveis para a estruturação de negócios globais nos EUA.
Mercado Primeira edição do ECON em Orlando reuniu mais de 50 especialistas e consolidou a expansão do ecossistema nos EUA.
Mercado Alberto Vaz cria plataforma própria de ingressos para reduzir taxas, integrar vendas e aumentar o controle dos produtores