Saúde nos EUA pode pesar mais que a passagem
Seguro evita prejuízos financeiros e garante suporte durante a viagem
ECON News
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A constatação de que o sistema de saúde nos Estados Unidos exige alto nível de investimento não é um mito mas uma realidade que impõe enorme instabilidade estrutural a turistas e novos imigrantes. Verônica Ferreira Braga, corretora de seguros especializada no mercado americano, adverte que desembarcar no país sem uma apólice de saúde robusta atua como uma severa falha de planejamento que pode resultar em enorme vulnerabilidade financeira e perda drástica de capital.
A instabilidade gerada pela necessidade de assistência logística no exterior expõe o viajante a falhas inegociáveis. "A primeira preocupação de todo mundo é quanto custa um hospital. É verdade que é caríssimo, é verdade que uma ida à emergência custa os olhos da cara. Sem seguro, não dá para viajar" enfatiza a especialista detalhando o grave risco estrutural envolvido.
Para mitigar a vulnerabilidade patrimonial além das amplas coberturas de proteção de capital os planos internacionais de excelência oferecem uma estrutura de suporte logístico focada na barreira linguística. "Nós temos atendimento em português. Eu tenho uma equipe maravilhosa aqui que dá assistência, são mais de 15 meninas para atender e auxiliar, sem falar que a própria seguradora também tem o seu suporte. A família vai estar bem assessorada para viajar tranquila, sabendo a qual rede de hospital deve ir caso precise" garante Verônica comprovando que a blindagem técnica é o único recurso viável contra o colapso financeiro por imprevistos.