Seguro com benefícios em vida salva o capital de negócios durante tragédias imprevisíveis
Especialista alerta que ignorar riscos físicos ameaça a sobrevivência de negócios locais
ECON News
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Gestão de riscos da maioria das pequenas e médias empresas ignora frequentemente o ativo mais vulnerável da operação, sendo a saúde física e mental de seus fundadores. O mercado precisa questionar o que acontece com o fluxo de caixa e com os contratos de uma empresa de serviços se um dos sócios principais sofrer um acidente incapacitante. Nos Estados Unidos, a resposta corporativa para evitar a falência imediata e a estagnação financeira está na blindagem do quadro societário através de apólices com benefícios em vida.
Especialista financeira Bianca Zimmer utiliza o mercado de construção civil, muito comum entre investidores brasileiros, para ilustrar a gravidade e a vulnerabilidade desse cenário. Ela propõe o exemplo de uma empresa de construção estruturada por duas pessoas. Um dos sócios atua no setor administrativo e o outro atua na rua diretamente com os clientes. Se porventura acontece um acidente grave e o profissional operacional entra em coma, a empresa sofre um baque estrutural severo. O gestor vai precisar de um longo tempo para se recuperar, mas o negócio simplesmente não pode parar para não esgotar o capital de giro e gerar demissões.
Exatamente nesse momento de crise aguda que a estratégia financeira prova seu verdadeiro valor prático. Ao estruturar apólices adequadas de forma antecipada, a empresa consegue acionar a seguradora para injetar capital imediato na operação e evitar a quebra de contratos. A executiva explica que a equipe fará um pedido formal à seguradora provando a ocorrência do acidente. Como a proteção está devidamente prevista na apólice, a instituição vai liberar uma porcentagem rápida em dinheiro, que pode chegar a oitenta por cento do valor total estipulado, dependendo sempre da gravidade do caso.
Recurso emergencial rápido permite a contratação urgente de mão de obra substituta sem dilapidar o caixa da empresa ou gerar endividamento bancário, garantindo a sobrevivência sólida do CNPJ e o amparo financeiro da família do sócio incapacitado.