A inteligência artificial já está separando as empresas que vão sobreviver das que vão desaparecer

Especialista alerta que empresas e profissionais que ignorarem a IA podem ficar obsoletos nos próximos cinco anos.

ECON News

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13 de março de 2026
A inteligência artificial já está separando as empresas que vão sobreviver das que vão desaparecer

O ano de 2025 consolida-se como um divisor de águas irreversível no cenário corporativo global. A adoção da inteligência artificial deixou de ser uma vantagem competitiva opcional para se tornar o fator determinante entre as organizações que lideram seus setores e aquelas que caminham rapidamente para a obsolescência. Diante dessa transição tecnológica acelerada, a permanência no mercado exige uma leitura estratégica e a aplicação imediata das novas plataformas digitais. "Eu pretendo estar do lado de quem entender o jogo e está jogando esse jogo", afirma o especialista do Future of Money e uma das principais vozes quando o assunto é inovação e inteligência artificial. Gustavo Mee, destacando a necessidade vital de domínio operacional sobre essas ferramentas.

A magnitude dessa transformação estrutural promete reconfigurar a economia e a força de trabalho de forma drástica. O salto de produtividade gerado pela automação inteligente já mobiliza as atenções de órgãos internacionais e líderes globais, que buscam prever os desdobramentos dessa nova era na empregabilidade. "O que vai acontecer nos próximos cinco anos é uma coisa muito impactante no mundo. Vai ser um impacto nas profissões, nos trabalhos e nas automações absurdamente grande, como a pandemia teve na humanidade", alerta Gustavo, traçando um paralelo incisivo sobre a escala massiva da mudança.

Apesar da clareza sobre o futuro das corporações, existe um vasto abismo comportamental que atrasa a evolução de grande parte dos profissionais. Acomodadas em rotinas preestabelecidas, muitas pessoas ignoram o potencial das novas soluções mercadológicas, desperdiçando a chance de se posicionarem na vanguarda de seus segmentos. "Você ainda está a tempo de usar IA porque 99% das pessoas não usam, têm preguiça e estão acostumadas no automático. É igual querer ter comprado Bitcoin, mas só conheceu em 2017", compara o especialista, enfatizando que a janela de oportunidade para o pioneirismo ainda está aberta.

A transição para esse novo modelo de eficiência corporativa é tão profunda quanto a migração da mídia impressa para a era da internet. Ficar preso aos métodos de pesquisa tradicionais compromete a agilidade na tomada de decisões estratégicas de qualquer negócio. "A IA é o próximo nível do jogo. Noventa e nove por cento das pessoas estão vivendo ainda na era Google, na era Facebook, e já existe o próximo nível, e não tem como não ser", analisa Gustavo. Ele ilustra que a resistência tecnológica atual equivale a recusar o uso de um smartphone para acessar informações vitais e instantâneas.

O cenário exige que gestores e colaboradores encarem essa virada como uma realidade inegociável, assumindo o protagonismo da automação em suas respectivas áreas. O uso contínuo da inteligência artificial otimiza processos, elimina gargalos operacionais e eleva exponencialmente a capacidade de entrega das equipes. "A gente presencia hoje a maior revolução da história da humanidade, que é a revolução tecnológica da IA. Quem já está vivendo hoje já entendeu e já está vivendo em outro nível do jogo", conclui Gustavo Mee, evidenciando que o sucesso corporativo pertence àqueles que já integraram a inovação ao seu cotidiano.