Atraso na adoção de Inteligência Artificial gera perda imediata de competitividade no mercado

Uso superficial de IA gera perda imediata de competitividade no mercado corporativo

ECON News

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21 de abril de 2026
Atraso na adoção de Inteligência Artificial gera perda imediata de competitividade no mercado

A lentidão na adoção de novas tecnologias historicamente gera custos às empresas, mas a recusa em implementar ferramentas de Inteligência Artificial (IA) acelera a perda de competitividade de forma inédita. O especialista em tecnologia Gustavo Mee avalia que o mercado exige adaptação rápida e que a diferença de eficiência entre as empresas que integram a IA e as que a ignoram se tornará irreversível a curto prazo.

A atual evolução tecnológica impõe um novo ritmo ao setor corporativo. "Antes, avançávamos de forma gradual. Hoje, estamos evoluindo em uma curva de velocidade exponencial", analisa Gustavo. O especialista observa que, apesar do acesso facilitado, a utilização da tecnologia pela maioria dos profissionais ainda é superficial. "Grande parte das pessoas não aplica a IA na rotina corporativa de forma estratégica. Muitas vezes, o uso se restringe a consultas básicas, subutilizando a ferramenta como se fosse apenas um motor de busca convencional", pontua.

O maior risco para os negócios reside na disparidade estrutural de produtividade. Segundo o executivo, empresas que dominam a IA adquirem uma vantagem comercial desproporcional. "Existem estudos indicando aumentos de até 380 vezes na produtividade em áreas específicas. A diferença na capacidade de entrega de um profissional que utiliza a IA estrategicamente é substancial. Hoje, nas minhas operações, o domínio dessa tecnologia é um pré-requisito para contratação. Se um empresário não está aplicando isso na sua gestão, está perdendo eficiência, tempo e capital", adverte o especialista, destacando a urgência da atualização tecnológica corporativa.