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Especialista explica as diferenças entre seguro viagem e planos de saúde locais
ECON News
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O sistema de saúde dos Estados Unidos é frequentemente motivo de apreensão para brasileiros que planejam imigrar. A ausência de um sistema público universal e gratuito exige planejamento rigoroso. Elisiane Ramos, profissional da área de seguros, esclarece as opções disponíveis para estrangeiros em diferentes estágios de regularização no país.
Para recém-chegados, a situação exige medidas provisórias. "Quando ele chegou aqui com visto só de turista muitas vezes existe uma opção ou muitas vezes você tem que fazer um seguro viagem, um seguro saúde até que eles tenham visto de permanência". Uma vez estabelecido legalmente, o imigrante passa a ter acesso aos planos de saúde locais, que cobrem desde condições pré-existentes até medicina preventiva.
Uma dúvida comum entre os brasileiros é a existência de um equivalente ao SUS. Elisiane explica que o sistema mais próximo é o Medicaid. "O SUS do Brasil que a gente chama ali, aqui é o que a gente chama Medicaid". No entanto, o acesso a esse programa é restrito, exigindo residência permanente e o cumprimento de rigorosos critérios de baixa renda.
Para a maioria dos imigrantes documentados, a opção são os planos sob a lei do Obamacare. Nesse sistema, a renda familiar é o fator determinante. Elisiane detalha que o governo utiliza o imposto de renda declarado para calcular o subsídio que ajudará a pagar a mensalidade do plano. "O dinheiro do imposto que você tá pagando é o que vai determinar se você tem condição de ter um subsídio do governo para pagar sua mensalidade do plano de saúde ou não".
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