Falta de automação climática gera desconforto respiratório para turistas no exterior

Executivo relata como o uso de tecnologia invisível retém hóspedes e garante conforto respiratório

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07 de abril de 2026
Falta de automação climática gera desconforto respiratório para turistas no exterior

A guerra pela preferência do hóspede na Flórida não é vencida apenas no conforto dos travesseiros ou na velocidade do check-in; ela é frequentemente decidida na qualidade do ar que se respira. Fábio Passos, à frente da rede SpotX, explica como a tecnologia invisível aplicada na gestão de seus hotéis combate um dos maiores incômodos climáticos do estado americano: a umidade e o consequente odor de mofo.

A inovação começa no controle climático autônomo dos quartos. "A umidade relativa do ar na Flórida é muito grande, e a chance de formar mofo é enorme", alerta o executivo. O comportamento padrão do turista — desligar o ar-condicionado ao sair para os parques — agrava o problema. Para resolver isso, o sistema da rede SpotX foi automatizado. "Quando o hóspede sai, o sistema automaticamente faz um ajuste que prioriza a retirada da umidade do ar e funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, sem incomodá-lo na temperatura".

O empresário é categórico sobre o impacto dessa decisão na experiência final. "Eu tenho certeza que todo mundo que já foi para a Flórida já entrou naqueles hotéis em que você sente e pergunta: 'Que cheiro esquisito é esse?'. Esse cheiro de mofo é a umidade da Flórida. Nós não temos esse tipo de situação".

Além do conforto respiratório, a tecnologia de personalização é estendida à comunicação no quarto. As tradicionais pastas informativas e os pesados guias de papel foram substituídos por um sistema interligado às televisões, que recebem o hóspede pelo nome e centralizam todas as informações da estadia, modernizando o contato e reduzindo o acúmulo de materiais impressos.