Empreendedorismo Por que abandonar a sua ideia original é a única saída para não falir no mercado americano
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Empresária relata os obstáculos enfrentados durante a pandemia para inaugurar uma franquia em Orlando
ECON News
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Expandir um negócio para o exterior exige muito mais do que capital financeiro, requer resiliência para lidar com burocracias imigratórias e imprevistos globais. Marta Bolonhezi, que gerencia uma franquia da Sodiê Doces em Orlando, Flórida, detalha como a internacionalização da marca esbarrou nos desafios logísticos e sanitários impostos no início de 2020.
A oportunidade surgiu de um convite da própria fundadora da marca, que já havia inaugurado a primeira unidade americana. O processo, que envolvia mudança de status de visto e acompanhamento presencial de obra, foi duramente atingido pelo fechamento de fronteiras. "Veio a pandemia em março e o bloqueio das fronteiras em maio. E aí eu falei, como eu vou chegar lá?". A solução encontrada foi cumprir uma quarentena compulsória de 15 dias no México para, finalmente, conseguir desembarcar em solo americano em agosto daquele ano.
Apesar dos contratempos, a empresária destaca vantagens operacionais após a abertura da empresa. Comparando com o Brasil, ela aponta uma simplificação administrativa evidente. "É mais fácil você abrir sua empresa aqui. Menos burocracia para gerir a empresa e menos impostos". Além da carga tributária reduzida, Bolonhezi ressalta que o retorno dos impostos é visível na infraestrutura local, criando um ambiente de negócios mais previsível e estruturado para investidores estrangeiros.
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